Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

(42)9993-1510

Tempo Agora
No Ar
JORNAL VIROU NOTICIA
Enquete
NESSE UM ANO DE WEB RADIO PINARÉ QUE NOTA VOCÊ DAR PRA NOSSA RADIO?

 1
 3
 5
 8
 10

Publicidade Lateral
Top Música
1
Ele Não Merece A Gente  - Naiara Azevedopart. Paula Mattos
Ele Não Merece A Gente
Naiara Azevedopart. Paula Mattos
2
Acordando o Prédio  - Luan Santana
Acordando o Prédio
Luan Santana
3
VIDINHA DE BALADA - Henrique e Juliano
VIDINHA DE BALADA
Henrique e Juliano
4
Amante Não Tem Lar - Marília Mendonça
Amante Não Tem Lar
Marília Mendonça
5
Te Assumi Pro Brasil - Matheus & Kauan
Te Assumi Pro Brasil
Matheus & Kauan
Estatísticas
Visitas: 345783 Usuários Online: 28


Política

Publicada em 07/12/17 as 00:06h - 10 visualizações
Temer reúne parlamentares no Alvorada em busca de votos para aprovar reforma da Previdência
Segundo encontro do dia no Palácio da Alvorada tenta mapear os votos que o governo dispõe. PMDB e PTB fecharam questão a favor da reforma, o que permite punir deputados que votarem contra.

Web Radio Pinare


 (Foto: Web Radio Pinare)

Após um dia intenso de negociações em busca dos votos para aprovar a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer reúne pela segunda vez nesta quarta-feira (6) parlamentares no Palácio da Alvorada.

O governo acelera os esforços para levar as mudanças previdenciárias à votação na Câmara dos Deputados na próxima semana.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social, participaram do encontro 18 ministros; 16 deputados, mais o presidente da Câmara, Rodrigo Maia; além de presidentes de 7 partidos; e o secretário nacional de Previdência, Marcelo Caetano.

A reunião na residência oficial da Presidência da República tenta apontar projeção mais precisa dos votos favoráveis à reforma que o governo tem no momento. Temer e aliados ainda vão analisar os focos de resistência ao projeto que perduram entre os deputados.

O encontro deve avaliar o resultado das articulações desta quarta. Pela manhã, também no Alvorada, Temer discutiu o cenário da votação com deputados e ministros em um café.

Temer chegou ao Alvorada por volta das 21h25. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também participa da reunião, assim como o secretário de Previdência, Marcelo Caetano.

Contagem de votos

Ao deixar o jantar, o vice-líder do governo na Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), disse que os deputados da base apresentarão ao líder, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), até o início da tarde desta quinta, um novo balanço dos votos a favor da reforma.

"Com esse fechamento, o presidente Rodrigo Maia vai ter condições de analisar se pauta [a votação da reforma] já para a semana que vem ou não", afirmou.

Estratégia

A intenção do governo é realizar a primeira votação na próxima terça (12). Como a reforma é uma proposta de emenda à Constituição (PEC), são necessárias duas votações na Câmara e duas no Senado. Na Câmara, o governo precisa dos votos de ao menos 308 dos 513 deputados.


Relator da reforma, o deputado Arthur Maia (PPS-BA) projetou nesta entre 290 e 310 deputados favoráveis ao texto. Também defensor das mudanças, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), advertiu que divulgar contagem de votos "não ajuda" neste momento.

"O que a gente precisa é trabalhar o convencimento de cada parlamentar. E acho que ficar falando de número não ajuda muito nesse processo. Fica parecendo uma pressão sob os deputados", disse durante o dia.

Fechando questão

À tarde, o PTB foi o primeiro partido da base de apoio do governo a anunciar que fechou questão pela aprovação da reforma na Câmara e no Senado. Assim, o parlamentar que descumprir a orientação poderá ser punido até com a expulsão da legenda.

Partido de Temer, o PMDB também fechou questão a favor das mudanças nas aposentadorias. O governo trabalha para que outras siglas adotem a mesma postura.

Em busca do apoio dos tucanos, Arthur Maia e o secretário nacional da Previdência, Marcelo Caetano, participaram de um encontro do PSDB nesta quarta. Após a reunião, o presidente em exercício do partido, Alberto Goldman, indicou que a sigla não deve fechar questão.

Goldman declarou que um "grande número de tucanos, talvez, até a maioria" ainda está "vacilando" e não tem convicção da necessidade das mudanças previstas na reforma da Previdência.

A proposta de reforma da Previdência foi enviada pelo governo ao Congresso em dezembro de 2016. O texto foi aprovado em maio por uma comissão da Câmara, mas a crise provocada pela delação da JBS fez o governo concentrar suas forças para barrar as duas denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República contra Temer.

Depois de vencer as duas votações, o Planalto retomou as articulações para emplacar a reforma. O texto ainda não foi votado no plenário da Câmara em razão da falta de apoio dos deputados.


Versão enxuta

Neste cenário, o governo optou por uma versão mais enxuta da reforma. A proposta atual estabelece um período mínimo de contribuição 10 anos menor para trabalhadores do INSS em relação aos servidores públicos e poupa os trabalhadores rurais. Confira os principais pontos:

  1. Idade mínima de aposentadoria, com a regra de transição até 2042; 62 anos para mulheres e 65 para homens (INSS e servidores); 60 para professores de ambos os sexos; 55 anos para policiais e trabalhadores em condições prejudiciais à saúde;
  2. Tempo mínimo de contribuição de 15 anos para segurados do INSS e de 25 anos para servidores públicos;
  3. Novo cálculo do valor da aposentadoria, começando de 60% para 15 anos de contribuição até 100% para 40 anos;
  4. Receitas previdenciárias deixam de ser submetidas à DRU (Desvinculação de Receitas da União).





Deixe seu comentário!

ATENÇÃO: Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Parceiros
RÁDIOS BR

Baixe nosso Aplicativo WEB RÁDIO PINARÉ
Copyright (c) 2017 - Web Radio Pinare - Todos os direitos reservados